segunda-feira, 16 de julho de 2007

Eva, a Green

Eu estava tonta.
Depois do sonho e do pesadelo, tudo girava.
Ou estaria eu dentro do sonho e do pesadelo? Sonho, pesadelo, realidade...
Sabe-sa lá o que era, só sei que era. E era bom!
E então todas aqueles risinhos à toa, as coreografias com perucas, as danças e cantorias, o humor no filme de terror... tudo fez sentido, por mais insano que parecesse. Inclusive, só assim para a insanidade soar tão lúcida e a luicez parecer tão confusa. Um conflito de incoerências no mínimo interessante.
Comida boa. Bebida boa. Conversa boa. Companhia boa. Até o Circo do Faustão seria um bom programa! E viva a sonhadora Eva Green!
Os próximos posts prometem relatos diferentes e curiosos. E o domingo... o domingo foi uma pira, um bafo**!

**Post dedicado ao meu nobre colega Alcides Constantino.

Um comentário:

Anônimo disse...

bafÔnicoooo !