Na realidade, a pergunta é: o que você poderia fazer agora? Parece pergunta de comercial de margarina ou da Unimed, mas não. Apenas uma reflexão sobre quereres e poderes, vontades e possibilidades, fantasia e realidade.
Eu queria muitas coisas hoje, mas quase tudo está fora do meu alcance. Não porque sou incapaz ou algo do tipo, mas simplesmente porque não dependem de mim.
Agora mesmo, eu só desejaria escrever isso em paz, ouvindo tranquilamente a Norah cantar , tomando meu café. Mas o telefone toca e interrompe as idéias a cada palavra digitada. Não há inspiração que resista.
Esta manhã estava fria, outono com ares de inverno se aproximando. A melhor época do ano, a que eu mais aproveito, a mais envolvente. Encantadora. As pessoas se arrumam melhor, ficam mais elegantes. Estação de curtir um bom vinho, comer fondue com os amigos em casa, ficar debaixo do edredon vendo tv, tomar banho quente e beber capuccino. Tempo de céu estrelado e manhãs ensolaradas.
Eu quero que o inverno chegue logo. Quero a "fumacinha" saindo da boca e a ponta do nariz vermelha, as bochechas rosadas.
Quero aquela pessoa deitada no meu colo para fazê-la descansar. Quero fazer cafuné até que durma. Quero tomar vinho seco e jogar baralho. Quero ouvir música ao seu lado e aquecer suas mãos. Quero sair para tomar um café, ouvir suas histórias enquanto fuma seu cigarro. Beber cerveja, jogar sinuca, cantar junto com ela. Quero vê-la dormir. Quero ver aquele olhar desconcertante mais vezes. Apenas isso, nada além.
Quero, mas não posso. E saímos da vida de Dorianas e Unimeds para retornar ao mundo real.
E esse mundo não é tão colorido assim, acho que o de ninguém é. Eu apenas não quero retroceder, me prender a um sentimento estranho e que se contradiz a todo instante, me fazendo mal e insistindo em me dizer que faz bem. Chega de aprisionamentos, um ano e meio dessa forma já me bastou. Agora eu quero apenas o que não posso ter.
Que venha logo o inverno, com todos os seus encantos e surpresas boas, seguindo a linha "comercias de planos de saúde".
segunda-feira, 28 de abril de 2008
domingo, 27 de abril de 2008
sábado, 26 de abril de 2008
pra amenizar a merda anterior
NARA, CHICO (como namoradinhos) E MPB4
The Mule - The Magic Numbers
How many times must you call me in the morning
before I wake up?
And how many times must I look at other girls
before we break up?
And how many times must you criticise
every single thing that you do?
Before you...
Before you let me know
Before you let me go
You really should have known
And I'm a no-good gambling man with the wrong hand
Who's been hurt so many times
Why don't you look him in the eyes?
Oh, you won't see nothing at all
And how many times must I stumble in drunk
before you scold me?
Oh and why is it that you have to turn out all the lights
before you hold me?
And how many years of fears, of falls,
you broke my balls
Oh, I wish you never told me
But before you let me know
Before you let me go
You really should have known
That I'm a no-good used-up bruised-up fucked-up boy
Who gets beat up by just looking at you
Oh, I'm a lonely soul
Lost every single thing I ever did own
But I could never own you
Go on and look him in the eye
Oh, you just might see him cry
Oh, you just might see him smile
One more drink and I'll be fine
One more girl to take you off my mind
One more drink and I'll be fine
One more girl to take you off my mind
One more drink and I'll be fine
One more girl to take you off my mind
Oh, one more girl and I'll be fine
One more drink to take you off my mind
The Mule - The Magic Numbers
How many times must you call me in the morning
before I wake up?
And how many times must I look at other girls
before we break up?
And how many times must you criticise
every single thing that you do?
Before you...
Before you let me know
Before you let me go
You really should have known
And I'm a no-good gambling man with the wrong hand
Who's been hurt so many times
Why don't you look him in the eyes?
Oh, you won't see nothing at all
And how many times must I stumble in drunk
before you scold me?
Oh and why is it that you have to turn out all the lights
before you hold me?
And how many years of fears, of falls,
you broke my balls
Oh, I wish you never told me
But before you let me know
Before you let me go
You really should have known
That I'm a no-good used-up bruised-up fucked-up boy
Who gets beat up by just looking at you
Oh, I'm a lonely soul
Lost every single thing I ever did own
But I could never own you
Go on and look him in the eye
Oh, you just might see him cry
Oh, you just might see him smile
One more drink and I'll be fine
One more girl to take you off my mind
One more drink and I'll be fine
One more girl to take you off my mind
One more drink and I'll be fine
One more girl to take you off my mind
Oh, one more girl and I'll be fine
One more drink to take you off my mind
descontexto
É, eu não sei qual é que tá pegando por aqui
mas tá pegando!
Aliás, pegando fogo? É isso?
Felizmente?
é, acho que não falta nenhum dos requisitos básicos
e... acho que foi esquecimento, preguiça, falta de criatividade sim
e mesmo assim, isso - o tal do divinamente - poderia estar fervilhando
porque não há
não há a falta
o que nunca falta está aqui representado por mim até agora neste textículo:
confusão
mas muita confusão mesmo
sempre sobra muito M também
e eu não estou escrevendo este texto pra ser entendido
acho que alguém já deve ter notado a nova escola literária que está por vir
eu sou da comissão de frente dessa escola! e quem disser o contrário, pode sair lesado
porra! eu não consigo parar com os trocadalhos!
enfim, a nova escola! começa pelo fato de ela ter uma dificuldade em ser chamada de escola, já que não há sistema nem doutrina, mas já se tudo sempre ensina alguma coisa, é uma escola
e eu não vou mais contar da escola, agora que cheguei aqui, onde meu cérebro e meus dedos (no teclado!!!) me trouxeram, como eu nunca tenho destino, nem rumo, nem canoa mas chego a algum lugar, gostaria de dar meu conselho (eu nunca economizo conselhos ou ajuda): não vamos nos arrepender, a vida é uma escola
até aí já foram embutidas várias letras de músicas, viva a cultura popular!
bom, mas é isso, se foi isso que era pra eu vir aqui fazer, está feito
e se não era, é só apagar depois
no mais, me desculpa se o seu tempo foi utilizado para ler isto, mas é aquilo, nada se perde
(sem fim)
mas tá pegando!
Aliás, pegando fogo? É isso?
Felizmente?
é, acho que não falta nenhum dos requisitos básicos
e... acho que foi esquecimento, preguiça, falta de criatividade sim
e mesmo assim, isso - o tal do divinamente - poderia estar fervilhando
porque não há
não há a falta
o que nunca falta está aqui representado por mim até agora neste textículo:
confusão
mas muita confusão mesmo
sempre sobra muito M também
e eu não estou escrevendo este texto pra ser entendido
acho que alguém já deve ter notado a nova escola literária que está por vir
eu sou da comissão de frente dessa escola! e quem disser o contrário, pode sair lesado
porra! eu não consigo parar com os trocadalhos!
enfim, a nova escola! começa pelo fato de ela ter uma dificuldade em ser chamada de escola, já que não há sistema nem doutrina, mas já se tudo sempre ensina alguma coisa, é uma escola
e eu não vou mais contar da escola, agora que cheguei aqui, onde meu cérebro e meus dedos (no teclado!!!) me trouxeram, como eu nunca tenho destino, nem rumo, nem canoa mas chego a algum lugar, gostaria de dar meu conselho (eu nunca economizo conselhos ou ajuda): não vamos nos arrepender, a vida é uma escola
até aí já foram embutidas várias letras de músicas, viva a cultura popular!
bom, mas é isso, se foi isso que era pra eu vir aqui fazer, está feito
e se não era, é só apagar depois
no mais, me desculpa se o seu tempo foi utilizado para ler isto, mas é aquilo, nada se perde
(sem fim)
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Fogo
Está na hora de varrer a poeira do divinamente mundana. Anda tudo muito parado por aqui. Este blog já viveu momentos melhores, mais agitados, comentados, visitados e postados. Não sei se é falta de tempo, de criatividade, de acontecimento, de paciência ou de saco pra escrever, mas que está faltando algo, está.
Na realidade, acontecimentos não faltam, não. Ao menos nos últimos tempos, muita história se tem pra contar, por assim dizer. Vamos agitar esse pequeno espaço, caros amigos. E dar fogo novo ao nosso imaginário, porque pelo menos isso - fogo! - é o que não tem faltado. Definitivamente, não! Felizmente.
Na realidade, acontecimentos não faltam, não. Ao menos nos últimos tempos, muita história se tem pra contar, por assim dizer. Vamos agitar esse pequeno espaço, caros amigos. E dar fogo novo ao nosso imaginário, porque pelo menos isso - fogo! - é o que não tem faltado. Definitivamente, não! Felizmente.
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