“Alguém me levou de mim
Alguém que eu não sei dizer
Alguém me levou daqui.
Alguém, esse nome estranho.
Alguém que eu não vi chegar
Alguém que eu não vi partir
Alguém, que se alguém encontrar,
Recomende que me devolva a mim.”
Alguém que eu não sei dizer
Alguém me levou daqui.
Alguém, esse nome estranho.
Alguém que eu não vi chegar
Alguém que eu não vi partir
Alguém, que se alguém encontrar,
Recomende que me devolva a mim.”
“O outro é mistério que merece ser preservado. [...] Preservar o mistério é continuar conquistando...”
“O grande equívoco dos nossos dias é estabelecer as relações humanas a partir das substituições. Queremos que o outro seja a concretização humana de nossas idealizações. Hoje nos satisfaz e amanhã não mais. Trocamos. Tentamos de novo. Voltamos a trocar. As paixões são avassaladoras, mas os desencantos também. E assim vamos colecionando relações e os seus conseqüentes estragos.”
“A paixão é diferente do amor justamente por isso. A paixão sobrevive de idealizações e o amor sobrevive de realidade. A paixão desinstala de uma forma infantil, tornando a pessoa vítima de suas fragilidades. O amor, ao contrário, amadurece e favorece a superação daquilo que a fragiliza. [...] O amor só pode acontecer nas pessoas que atravessam a ante-sala da paixão. Somente depois de conhecidos limites e virtudes é que o amor é real.”
“Sinto falta de você.
Mas o que sinto falta é de tudo o que é seu e que me falta.
Sinto falta de minhas faltas que em você não faltam.
Sinto falta do que eu gostaria de ser e que você já é.
Estranho jeito de carecer, de parecer amor.
[...]Mas o tempo de saber já chegou
Não quero mais conviver com meu lado obscuro,
E, por isso, ouso direcionar meus braços
Na direção da dose de honestidade que hoje me cabe
Hoje quero lhe confessar meu egoísmo.
[...]Perdoe-me se meu amor chegou tarde demais,
Se meu querer bem é inoportuno e em hora errada.
É que hoje eu quero lhe confessar meu desatino,
Meu segredo tão desconcertante:
Ao dizer que sinto falta de você
Eu sinto falta é de mim mesmo.”
Trechos retirados do livro "Quem me roubou de mim?", Pe. Fábio de Melo.
Trechos que são como uma sala de espelhos, refletindo um pouco de pensamento, de alma.
Trechos de vida.

4 comentários:
post quase fresco (hj é só dia 16!!!) mas q mexe co'a gente (qse um co'achado!).
ó, tô boa nisso!
bom saber
beijos
hahahhahahahahhahahah
adorei a alusão feita...
ce, ta boa mesmo, hein Buh?
Sardaducê, chuchu da Camilinha.
que mesci coaxenti!
acho que devemos mudar o nome do blog!
=X
pelo visto vc gostou do livrooo!!! AMOOOOOOO
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